Primórdios da Psicologia

Os primórdios da Psicologia – evolução como ciência

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Psicologia e Filosofia

A origem da psicologia está ligada à história da filosofia, pelo que esta coloca também questões filosóficas.

A psicologia só surgiu como ciência no século XIX, com o contributo de Wundt. Até aí, o que se pode considerar hoje como psicologia estava no âmbito da filosofia.

Desde cedo que o Homem interroga acerca do mundo que o rodeia, mas também acerca dele próprio. Questões filosóficas como: “O que é o Homem?”, “Qual o papel do ser humano no mundo?” e “Porque é que existe o bem e o mal?” podem ser consideradas como os primórdios da psicologia.

Já em 400 a. C., Hipócrates pretendeu criar uma teoria que relacionava o tipo físico com a personalidade das pessoas. Aristóteles é outro autor conhecido que se dedicou ao pensamento sobre a alma humana, escrevendo até uma obra com o nome De Anima ou Sobre a Alma.

O método introspectivo, que foi o utilizado por Wundt (embora com contornos diferentes) e é um dos métodos clássicos da psicologia em geral, foi usado por Santo Agostinho na sua obra As Confissões.

Além destes, muitos outros autores realizaram trabalhos da área da psicologia/filosofia, como Descartes, Hobbes, Locke e Kant.

Nesta perspectiva, durante séculos, a história da Psicologia e a da Filosofia foram indissociáveis.

Objecto de Estudo da Psicologia

A etimologia da palavra mostra-nos que psicologia surgiu como o estudo da alma: psiché (alma) + logos (razão, estudo). No entanto, esta só se constituiu como saber no século XVI, com Rodolfo Goclénio, tendo adquirido o estatuto de ciência, muito recentemente, nos finais do século XIX. Foi Watson (1878-1958) que promoveu a emancipação definitiva da psicologia relativamente à filosofia, sendo o fundador da corrente científica designada por behaviorismo. No sentido de conseguir a objectividade para esta disciplina, propõe como objecto de estudo o comportamento (behaviour) e só o comportamento.

Genericamente, a psicologia enquanto disciplina científica é definida como a ciência que estuda os comportamentos e os processos mentais. O comportamento é algo que fazemos, é uma acção que podemos observar. Os processos mentais são experiências internas e subjectivas que inferimos do comportamento: sensações, percepções, sonhos, lembranças, pensamentos, crenças…

São estes os novos objectos de estudo da psicologia que lhe conferem o estatuto de ciência e possibilitam o aparecimento de uma série de correntes: estruturalismo, behaviorismo, gestaltismo.

 

Correntes Psicológicas

 

Associacionismo ou Estruturalismo

O Estruturalismo tem como seu máximo representante Wundt, que encara a psicologia, não como o estudo da alma, mas como o estudo dos processos mentais. Utilizando a introspecção controlada (ou Introspecção na segunda pessoa) como metodologia, os fenómenos psíquicos – pensamentos, emoções e sentimentos – começam a ser intencionalmente estudados em laboratório.

Esta corrente ficou conhecida como Estruturalismo porque se dedicou a descobrir a “estrutura” ou anatomia dos processos conscientes. Para compreender a fundo a estrutura da consciência, Wundt adopta uma perspectiva analítica, decompondo-a em fenómenos mais simples e estes noutros mais simples ainda até chegar às sensações puras. As sensações são consideradas como unidades básicas que constituem todos os fenómenos. Contudo, a partir de muitas experiências, Wundt e outros psicólogos concluíram que as sensações se combinam de tal forma que o resultado final pressupõe, não uma mera soma de elementos, mas algo mais. Assim, conclui que os fenómenos psicológicos são diferentes da soma das sensações elementares. Estas juntam-se umas às outras por associação subordinada a determinadas leis, cuja descoberta será um dos objectivos principais do Estruturalismo.

 

Behaviorismo

O behaviorismo é uma corrente científica, proposta por J. Watson, psicólogo americano, que defende que o objecto da psicologia deve ser apenas o comportamento (behaviour), por isso se chama também comportamentalismo.

Assim, a psicologia para se tornar ciência, de acordo com o paradigma positivista dominante no século XIX, teria de se abster de estudar qualquer coisa que não fosse apenas os comportamentos directamente observáveis, o que exclui, por exemplo um sentimento ou uma sensação que não se traduza em comportamentos, como aumentar o ritmo cardíaco ou transpirar.

Para o behaviorismo comportamento define-se como uma relação entre um conjunto de estímulos S (situação), que provocam um conjunto de respostas R (reacção). Este binómio define o comportamento humano como um conjunto de respostas objectivamente observáveis que o organismo executa face a estímulos também directamente observáveis.

Ao considerar que a sequência situação – reacção se processa de modo mecânico, Watson adopta uma interpretação causalista do comportamento, elaborando leis explicativas do mesmo. Estas leis pretendiam que, perante determinado estímulo, se pudesse prever a reacção subsequente e que, perante dada resposta, se pudesse determinar o estímulo que a desencadeou. Verifica-se, assim, que este psicólogo estabelece uma linear relação de causa/efeito entre as nossas respostas e os estímulos que as determinam.

Watson introduz, aqui, a noção de condicionamento, pois, à semelhança de Pavlov (psicólogo estudioso do reflexo condicionado), considera que os diferentes comportamentos são adquiridos segundo processos de condicionamento.

O condicionamento é definido como um processo que consiste em associar um estímulo condicionado a um estímulo natural, de tal modo que o indivíduo reage ao estímulo condicionado do mesmo modo que reage ao estímulo natural.

Vamos apresentar a célebre experiência de Pavlov:

Mostrou-se a um cão um pedaço de carne (estímulo natural) o que fez com que este começasse a salivar (reacção). Repetiu-se várias vezes a experiência, mas fazendo com que a apresentação da carne se fizesse acompanhar pelo som de uma campainha (associação do estímulo natural a um estímulo condicionado – som da campainha). Como resposta a esta nova situação, o cão continuou a salivar.

Por último, tocou-se apenas a campainha e o cão respondeu salivando, pois associara os estímulos carne e som. Estamos face a um reflexo condicionado.

Em suma, Watson, ao não considerar a personalidade como variável que influencia o nosso comportamento, cai numa interpretação demasiado simplista e redutora da conduta humana, encarando o Homem quase como um autómato que só é capaz de agir de modo reflexo.

Construtivismo

O Construtivismo é um movimento mais actual, de reacção ao behaviorismo, em que uma das figuras principais é J. Piaget, psicólogo e epistemólogo suíço, considerado um dos génios do século XX.

Piaget propõe que o comportamento é resultado de uma interacção entre o Homem e o meio.

Assim supera a questão de saber o que influencia mais o comportamento se é a genética ou a influência do meio, uma vez que estão ambos em profunda relação.

Assim, para os construtivistas, o sujeito capta a experiência do meio, organizando-o em função de estruturas cognitivas, progressivamente construídas em intercâmbio entre sujeito e meio.

Nesta proposta salienta-se o papel activo do sujeito no seu processo de desenvolvimento.

O termo comportamento sofreu uma enorme evolução com Jean Piaget e os construtivistas. Passou a ser preferido o termo conduta, que insere em si a interacção entre os estímulos do meio e a forma como estes foram apreendidos pelo sujeito, em função da sua personalidade.

Aqui, o conceito de comportamento, ou conduta, já não é tão linear; tem em conta que sujeitos diferentes podem reagir ao mesmo estímulo de formas diferentes, pois têm perspectivas diferentes na forma de encarar esse mesmo estímulo. Agora o comportamento é tratado de um modo bem mais complexo, a conduta humana inclui as emoções, sentimentos, desejos (conscientes ou inconscientes), experiências anteriores, história do sujeito; aspectos que eram ignorados pelos behavioristas.

O comportamento, segundo a perspectiva behaviorista, entendido como variável dependente exclusivamente da situação, cuja fórmula é R = f (S), desemboca em interpretações demasiado simplistas e redutoras da conduta humana, identificando o Homem com um autómato, com um ser que só se comporta de modo reflexo.

Neste sentido, Fraisse e Piaget propõem uma nova fórmula explicativa do comportamento humano – R = f (S ↔P). Aqui, encontramos a presença de uma nova variável que é a personalidade (P), responsável, a par da situação (S), pelas ocorrências comportamentais. Observamos uma dupla seta entre S e P, o que significa a existência de interacção entre ambas.

Por um lado, a personalidade de cada sujeito é reflexo das situações anteriormente vividas, mas, por outro, a situação é transformada pela personalidade do indivíduo que projecta nela as suas vivências, impregnando-a com a sua subjectividade.

Diferindo, ainda num outro ponto, do behaviorismo, Piaget considera que as crianças são participantes activas no seu próprio desenvolvimento, na construção das suas estruturas ou esquemas interpretativos do real. Não concorda, assim, que a criança se assemelha a uma “tábua rasa” que se limita a receber passivamente as informações provenientes do meio.

Gestaltismo

A corrente gestaltista defende que não se pode estudar algo tão complexo como a consciência a partir de uma análise fragmentada dos seus elementos constituintes. Nenhum fenómeno psicológico se pode resumir a uma mera soma das suas partes integrantes.

O conceito de forma é de tal maneira preponderante que deu o nome a esta corrente da psicologia (gestalt significa forma), relacionando-se, precisamente, com a teoria de que um facto da consciência não pode ser redutível à simples soma ou combinação dos seus elementos.

Para os psicólogos da gestalt, o ‘todo’ é essencial para a compreensão da actividade mental. Só a partir de uma visão abrangente da totalidade se compreende a verdadeira significação dos fenómenos.

Só reconhecemos uma melodia ouvindo-a globalmente; as notas musicais isoladas nada significam, mas estruturadas revelam o seu verdadeiro sentido. Uma vez organizada a melodia atendemos à sua forma e não às notas isoladas.

A noção de campo funciona também como pilar do gestaltismo, derivando e complementando o conceito de forma. Entende-se por campo a configuração global de um fenómeno, que é completamente desfocada se optarmos por uma abordagem analítica das suas partes constituintes.

 

Psicanálise

A psicologia pode-se definir, hoje, como a ciência que tem por objecto os comportamentos e processos mentais conscientes e inconscientes. Para esta definição foram importantes vários contributos, uma vez que o objecto da psicologia sofreu flutuações ao longo dos tempos. Sigmund Freud foi um médico, austríaco, que deu um contributo ímpar à psicologia. Muitos dos seus contributos decorreram da prática de tratamento de pessoas com neuroses.

Freud trabalhou inicialmente com a hipnose, sob influência de Jean Charcot, mas considerou-o um método limitado, pois tinha resultados pouco duráveis. Abandonou a hipnose e falou pela primeira vez em psicanálise, constituindo, posteriormente, os fundamentos da teoria psicanalítica.

A psicanálise é um corpo teórico de pesquisa psicológica e um processo, método terapêutico. Como intervenção terapêutica visa “entrar” no inconsciente através de alguns mecanismos: a associação livre de ideias, a interpretação de sonhos, a análise de actos falhados e o processo de transferência inerente à relação médico-paciente.

Classicamente a psicanálise faz-se com o paciente deitado num divã, sem olhar o médico, olhando em frente.

Pela associação livre de ideias o paciente vai libertando o que lhe vem ao espírito sem

preocupações lógicas. Com a ajuda do paciente, tenta interpretar a sequência que utilizou; porque se lembrou de umas ideias e não de outras. Acredita-se que essa sequência foi ditada pelo inconsciente.

Os sonhos têm uma grande importância para Freud. Ele define-os como a manifestação de um desejo disfarçado. É durante o sono que decorrem os sonhos. O controlo e a censura que o ego e superego exercem sobre os desejos inconscientes encontram-se atenuados. O material recalcado liberta-se e o desejo, geralmente de natureza afectivo-sexual, pode realizar-se, ou seja o inconsciente liberta-se. Contudo a censura não desaparece completamente, por isso não é fácil interpretar o sonho.

Aos lapsos de linguagem, e não só, que cometemos durante o dia, Freud atribui uma origem relacionada com o inconsciente. A análise dos actos falhados pode ser também um acesso ao inconsciente, mais concretamente aos recalcamentos.

Finalmente, pelo transfer, entende-se a transferência de emoções, agressividade, que estão reprimidas, inconscientemente, as quais eram dirigidas a outras pessoas e são transferidas para o analista.

Alguns Métodos da Psicologia:

 

A psicologia enquanto ciência possui uma grande diversidade de métodos. Diferentes correntes da psicologia adoptam diferentes métodos, trazendo, assim, um enorme problema de comunicação e compreensão dessas correntes. Cada uma, de facto, fala uma língua própria, não compreendendo a língua que é falada noutras correntes da psicologia.

Introspecção

A introspecção consiste num voltarmo-nos para nós mesmos e analisarmos aquilo que está dentro do nosso espírito, seja um acto praticado, um estado de espírito ou um sentimento. A introspecção é essa análise interior. Qualquer pessoa pode e deve fazer introspecção.

No entanto, o método introspectivo ultrapassa um pouco essa introspecção espontânea do ser humano, pois apresenta um carácter mais sistemático, guiado.

A filosofia, enquanto génese da psicologia, utilizava essencialmente este método, uma reflexão interior orientada pelo próprio sujeito.

Quando a psicologia deu os primeiros passos, na sua construção enquanto ciência, com Wundt, o método utilizado foi o introspectivo.

Wundt foi o fundador do primeiro laboratório de psicologia, em Leipzig, pretendendo uma psicologia mais científica. Por isso criou o método introspectivo controlado (ou Introspecção na segunda pessoa) em que o sujeito é provocado, através de estímulos, e analisa e descreve o que sente. Cabe ao psicólogo anotar e interpretar o que é descrito. O objectivo é analisar a experiência consciente.

Mas este método foi muito criticado, devido a algumas limitações que acarreta:

Neste método, o sujeito é ao mesmo tempo observador e observado. August Comte, positivista, defende que é impossível ao mesmo tempo sentirmos e analisarmos com clareza aquilo que sentimos.

Diz ele: “… ninguém pode estar à janela para se ver passar na rua.” Quer dizer, a tomada de consciência de um fenómeno modifica esse fenómeno. Assim, devido ao uso do método introspectivo, considerava-se que a psicologia ainda sofria uma grande influência da sua tradição ligada à filosofia, e, por isso, ainda não era ciência.

Outro problema do método introspectivo é o facto de, nele, o paciente utilizar a linguagem verbal para explicar sentimentos, emoções e estados de espírito em geral. Ora, esta é, como todos sabemos, cheia de ambiguidades; por vezes, queremos dizer uma coisa e dizemos outra, outras nem sequer há palavras para explicar bem o que sentimos. Por outro lado, quando o paciente explica o que sentiu, já é outro momento, pode haver distorção.

Assim, diz-se que não é possível a verdadeira introspecção, apenas retrospecção. Há ainda limites na aplicação deste método. Ele não pode ser aplicado a crianças e doentes mentais que não se consigam exprimir. Tem, então, limitações sérias no campo da psicologia infantil, patológica e animal.

Podemos ainda acrescentar a impossibilidade de aceder, com este método, ao inconsciente. Analisam-se, apenas, os estados conscientes. Com Freud, ficou bem provada a importância do inconsciente.

Método Experimental

O método experimental é um método das Ciências Naturais aplicado às Ciências Sociais e Humanas, que tem quatro etapas: hipótese prévia, controlo e manipulação de variáveis, técnicas de observação e registo e generalização de resultados.

Em relação à segunda etapa temos alguns conceitos fundamentais:

Variável dependente significa a variável cuja alteração vai ser estudada, como consequência da manipulação da variável independente. É aquela que flutua e que permite tirar conclusões dessa flutuação.

Variável independente é a que o investigador manipula para verificar as modificações provocadas na variável dependente.

Variável externa ou parasita são aspectos alheios à experiência, que, se não forem controlados pelo investigador, podem interferir e alterar os resultados, pondo, assim, em causa a fiabilidade da experiência. Estas variáveis devem ser, dentro do possível, neutralizadas.

O grupo experimental é aquele em que o experimentador manipula a variável independente. O grupo testemunha é aquele que tem as mesmas características do grupo experimental excepto no que diz respeito à manipulação da variável independente. Permite comparar resultados, para verificar quais as alterações efectivamente provocadas pela manipulação da variável.

O grupo amostra representativa é uma parte, um sub grupo da população (conjunto total de pessoas acerca das quais se pretende tirar conclusões), que consiste no grupo de elementos em relação aos quais se recolhem dados e que devem ser o mais representativos possível da população.

Entrevista Clínica

A entrevista clínica ocorre entre o médico e o doente e para que ela se dê recolhem-se dados sociodemográficos, procura-se saber a principal queixa do doente e a fonte de referência.

No caso das perturbações patológicas, a entrevista estrutura-se da seguinte maneira: antecedentes familiares; antecedentes pessoais de tipo médico; antecedentes psicossociais; personalidade prévia; antecedentes psicopatológicos prévios; episódio actual; estado mental (aparência e atitude; percepção, pensamento e linguagem; afectividade; actividade motora; comportamentos instintivos; exame cognitivo); exploração geral, física e neurológica; explorações específicas (psicometria, escalas de avaliação; impressão diagnóstica; plano de tratamento.

 

Psicometria

As técnicas psicométricas consistem na medição da duração e intensidade das manifestações psíquicas em qualquer dos seus aspectos. Genericamente, são investigações que se ocupam da medição do psíquico.

A psicometria desenvolveu-se a partir da psicofísica e ocupa-se das relações funcionais entre manifestações psíquicas ou entre variáveis psíquicas e não psíquicas. Esta técnica intervém na construção de escalas e testes que, posteriormente, permitem avaliar a psique da pessoa.

 

Observação

A observação tem uma longa história no contexto da psicologia, sendo hoje considerada como um processo imprescindível na investigação, tendo, até, adquirido o estatuto de método da psicologia.

Fundamentalmente, a observação consiste em olhar atenta e sistematicamente e registar o que se observa. Ocorre sempre que alguém, diferente do observado, nota, dá conta e documenta o comportamento.

É costume falar da observação sistemática por oposição à observação ocasional.

Esta última, típica do senso comum, não obedece a regras e é afectada pela subjectividade das pessoas, não sendo propriamente considerada científica. No entanto, ela pode levar à demonstração de factos que inspiram importantes constatações posteriores. Foi no decorrer de uma observação ocasional, que Pavlov, ao estudar a digestão, descobriu o reflexo condicionado, verificando a existência de secreções nos animais que não eram provocadas exclusivamente por processos bioquímicos. Porém, quando se investiga em psicologia, a observação utilizada é sistemática, sujeita a um projecto previamente definido e no qual se fixam a condições que delimitam com precisão os aspectos a considerar.

Há muitas formas de observação em psicologia, que variam em relação ao papel do observador (observação participante e não participante); quanto ao contexto ambiental (laboratorial e ecológico); e quanto aos instrumentos de registo (directa e indirecta).

Não obstante, verificamos, hoje, que a psicologia faz uso, simultaneamente, de diferentes metodologias para chegar a um conhecimento mais amplo e verdadeiro da realidade que é objecto de estudo.

~ por Cátia em Fevereiro 8, 2010.

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